Os estalos no joelho (crepitação) estão comumente associados a atividade de subir, descer, agachar, ajoelhar, correr ou caminhar. Contudo, é necessário nos preocuparmos tanto com eles? Desmistificando, a crença popular, se durante essas atividades não há acompanhamento de dor, desconforto ou inchaço, não há necessidade de pânico!

Uma coisa comum dos estalos no joelho, é a redução da espessura da cartilagem que reveste as extremidades dos ossos, que com o passar do tempo vai perdendo água e afinando. Nessa forma, o contato entre ossos e tecidos se torna mais próximo ao movimento.

Importante destacar que estalo (crepitação) nas articulações é comum. Porém, deve-se observar a presença de dor além do estalo, e se ela está associada a bloqueio do movimento ou perda de mobilidade. Caso não ocorra essas limitações, o estalo também não deve nos preocupar.

QUANDO PROCURAR UM ESPECIALISTA

Em casos em que ocorre presença de dor ou limitação articular é extremamente importante se procurar um especialista para se investigar o motivo dos sintomas.

Um dos problemas comuns que podem estar associados com o estalido intenso é a artrose. Nesses casos, também recomenda-se procurar um especialista para uma avaliação mais detalhada.

A fisioterapia tem papel fundamental no controle da dor e limitação funcional. Uma das estratégias para o alívio dos sintomas é orientar para hábitos que possam reduzir a sobrecarregar os joelhos, como fazer exercícios em piso nivelado, pois oferecem menos impacto as articulações. Além disso, os exercícios de fortalecimento e flexibilidade são ótimas alternativas. As cirurgias são indicadas nos casos de lesões de grau avançado na cartilagem.
Na Physioterapia trabalhamos com o método pilates para o fortalecimento adequado, uso de palmilhas posturais, alem das terapias analgésicas como acupuntura, RMA e liberação miofacial.

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